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A americana USA Rare Earth anunciou em abril de 2026 a compra da Serra Verde por cerca de US$ 2,8 bilhões, e o negócio virou disputa: a Rede Sustentabilidade e o PSOL acionaram o STF para tentar barrar ou condicionar a operação, e o CADE abriu procedimento em maio de 2026 para avaliar se a transação deveria ter passado por controle prévio. Falar em veto do Brasil é impreciso, pois o governo não vetou a venda, e a AGU chegou a pedir ao STF a rejeição da ação, mas a judicialização e a investigação antitruste ocorreram como descrito.
A USA Rare Earth firmou acordo para adquirir o Grupo Serra Verde, dono da mina Pela Ema em Goiás, por cerca de 2,8 bilhões de dólares.
A Rede Sustentabilidade protocolou ADPF no STF questionando a venda da Serra Verde à USA Rare Earth.
O CADE abriu procedimento em maio de 2026 para apurar se a venda da Serra Verde deveria ter sido submetida a controle prévio.
A mineradora de terras raras Serra Verde foi comprada por uma empresa americana por 2,8 bilhões de dólares.
Uma oferta americana de mais de 2 bilhões de dólares pela Serra Verde teria sido vetada, com ação no STF e investigação do CADE.
A americana USA Rare Earth firmou acordo de cerca de 2,8 bilhões de dólares para comprar a Serra Verde, em Goiás.
A mina vendida já estava sob controle de capital internacional e passou a um grupo alinhado à estratégia dos Estados Unidos.