Transparência
Uma ferramenta que cobra fonte dos outros precisa ser transparente sobre si mesma. Aqui está quem opera, como decidimos e o que pode influenciar o trabalho.
O Supercrítico checa afirmações feitas em vídeos de geopolítica no Instagram e no YouTube, e mapeia o que o público argumenta nos comentários. Cada afirmação recebe um selo com fonte; cada criador acumula um índice de factualidade derivado apenas de afirmações factuais revisadas.
O Supercrítico é um projeto independente, mantido e operado por uma única pessoa, com apoio de ferramentas automatizadas para coleta e organização. A metodologia é pública e assumimos o sistema abertamente. Os vereditos não são assinados individualmente: a responsabilidade editorial é do Supercrítico como sistema, e o método que produz cada veredito está descrito em Como isto é feito.
Aplicamos o mesmo critério de evidência a qualquer afirmação, independentemente de quem a fez ou de sua posição política. O selo qualifica a afirmação, nunca a pessoa. Não defendemos partidos, candidatos ou políticas públicas; quando uma afirmação é opinião, proposta ou hipérbole, ela é marcada como tal e não recebe veredito de fato.
O projeto não recebe financiamento de partidos, campanhas, governos ou das empresas e pessoas checadas. Não há publicidade paga dentro das checagens. Qualquer conflito de interesse relevante em uma checagem específica será declarado na própria página.
Toda afirmação factual publicada tem fonte, com preferência por fontes primárias, e o leitor pode refazer a checagem pelos links. Erros são corrigidos de forma aberta e datada, e o índice do criador é recalculado. Veja a política de correções e o direito de resposta.
Miramos, como referência, os princípios da International Fact-Checking Network (IFCN) em transparência de fontes, método, financiamento e correções. Não somos signatários certificados; usamos o código como régua de melhoria.