Reflete as afirmações analisadas, escolhidas por relevância; não é uma amostra do total do que o criador fala. Como calculamos.
Além das afirmações uma a uma, como o vídeo monta o argumento e o que deixa de fora. Análise editorial da moldura; qualifica o argumento, não a pessoa. Entenda as técnicas →
O vídeo leva a concluirO acordo do petróleo não foi roubo e sim concessão ótima para a Venezuela, e a lição é que a Venezuela só perdeu suas reservas por brigar com Trump; logo o Brasil deve escolher a relação pacífica (Flávio) e não o confronto (Lula).
E foi exatamente brigando com o Trump que o Maduro perdeu os campos de petróleo lá na Venezuela, né?
Omite como a Venezuela perdeu os campos: o acordo veio depois da operação militar dos EUA que capturou Maduro na madrugada de 3 de janeiro de 2026 e da posse de Delcy Rodriguez como presidente interina, nao de uma disputa verbal. Chamar uma invasao e troca de regime de briga apaga a coacao que originou o negocio.
Overnight and into the morning of January 3, an extraordinary military operation captured Venezuela's dictator Nicolas Maduro and his wife Cilia Flores and flew them to the USS Iwo Jima.
The deal follows the U.S. military capture of then-Venezuelan President Nicolas Maduro in January 2026.
É como se fosse uma privatização, um leilão de poços que a ANP faz de tempos em tempos aqui.
Um leilao da ANP e um certame soberano voluntario, sem tropas estrangeiras e sem Estado estrangeiro no capital. Aqui o Office of Strategic Capital do Pentagono fica com 35% de participacao (fatia total dos EUA descrita como 55%, incluindo o direito de comprar 20% da producao a preco de custo), concedidos logo apos uma ocupacao militar que o proprio narrador reconhece ('o Trump agora ja tem o controle militar ali'). A equivalencia leva o espectador a ver como concessao de rotina uma tomada de participacao sob controle militar.
The Pentagon's Office of Strategic Capital receives a 35 percent ownership stake in the company... the US has guaranteed rights to buy 20 percent of the output at cost.
The U.S. will have a 55% share in a joint venture with a private Venezuelan company, which will be split between equity ownership and production.
E também os campos maduros, que são aqueles campos que já produziram a maior parte do seu petróleo.
Apresenta os campos como sobras de fim de vida ('ja esta acabando', 'ninguem quer'), mas os 17 campos somam 65 bilhoes de barris de reservas provadas (o proprio video diz ser mais de 20% das reservas venezuelanas) e sozinhos superam todas as reservas provadas dos EUA (46,4 bilhoes de barris ao fim de 2023, EIA). Reduzir mais de 20% da maior reserva do mundo a campos maduros minimiza o que foi cedido.
abarca el desarrollo de 17 campos estrategicos con un potencial comprobado de 65.000 millones de barriles.
U.S. crude oil and lease condensate proved reserves decreased 3.9 percent year over year from 2022, from 48.3 billion barrels to 46.4 billion barrels.
O Trump não invadiu a Argentina, não invadiu o Peru, não invadiu nenhum país da América Latina. Invadiu a Venezuela por quê? Porque eles brigaram com os Estados Unidos.
Induz que confronto com Trump causa invasao e perda de recursos e transfere isso ao voto brasileiro (Lula = briga = perde petroleo). Contraexemplo: em janeiro de 2025 o presidente Gustavo Petro bloqueou voos de deportacao e anunciou tarifa retaliatoria de 25% contra os EUA em bate-boca publico com Trump, e a Colombia nao foi invadida nem perdeu recursos. O que precedeu o acordo venezuelano foi uma operacao militar que capturou o presidente, nao uma mera briga.
Presidents Donald Trump and Gustavo Petro, in a series of social media posts, defended their views on migration, with the latter accusing Trump of not treating immigrants with dignity during deportation and announcing a retaliatory 25 percent increase in Colombian tariffs on U.S. goods.
Petro vs Trump: The diplomatic standoff that could shape Colombia's future.
Aquela ali foi acordo dos Estados Unidos com a Arábia Saudita. Todo mundo sabe disso hoje, né?
Sustenta com 'todo mundo sabe' a tese de que a nacionalizacao saudita dos anos 1970 foi uma encenacao combinada com os EUA ('finge que voce tomou minhas refinaria'). O registro historico descreve compra comercial gradual e negociada da Aramco (25% em 1973, 60% em 1974, 100% em 1980), tratada como 'participacao' e nao como confisco encenado; nenhuma fonte ampara a versao de teatro orquestrado por Washington. O apelo ao consenso substitui a evidencia ausente.
Saudi Arabia negotiated the purchase of shares from the US owners in a gradual process... the process was called 'participation' rather than 'nationalization.'
In 1973, the Saudi government bought a 25% interest in Aramco, increasing that interest to 60% the following year. In 1980, the Saudi government increased its interest in Aramco to 100%.
Os fatos centrais conferem: houve mesmo um acordo de concessão e não confisco, a Venezuela tem as maiores reservas provadas do mundo e recebeu projeção de receita fiscal. A moldura distorce ao apagar a origem coercitiva do negócio, que veio logo depois da operação militar dos EUA que capturou Maduro em 3 de janeiro de 2026, e ao reduzir isso a uma simples briga, convertendo a queda de um governo por invasão em lição eleitoral brasileira (votar em Flávio, não em Lula). Ao equiparar o acordo a um leilão da ANP, a moldura leva o espectador a enxergar como concessão de rotina uma tomada de 35% de participação pelo Pentágono sobre mais de 20% das reservas venezuelanas, sob controle militar americano.
O Trump anunciou que tomou controle de 65 bilhões de barris de reservas da Venezuela. Na verdade, não é que ele tomou controle, ele fez um acordo com o governo da Venezuela para que companhias americanas explorem o petróleo da Venezuela. É um acordo para a Venezuela muito bom, porque vamos lembrar que o problema todo da Venezuela
Transcrição automática do trecho em torno da fala; pode incluir o entrevistador.Em 28/08/2026 Trump anunciou o que chamou de "maior acordo de petróleo da história", garantindo controle sobre mais de 65 bilhões de barris de reservas provadas da Venezuela. O narrador já ressalva no vídeo que não é tomada e sim um acordo de exploração, o que confere com as reportagens: trata-se de uma joint venture com operador privado, não de confisco.
Trump announced Friday that the U.S. had entered into an agreement with Venezuela to take control of the country's 65 billion barrels of oil reserves.
Trump called the agreement 'THE BIGGEST OIL DEAL IN WORLD HISTORY' and said it comes 'at no cost to' U.S. taxpayers.
do tipo, ah, está vendo? O Trump vai tromar o petróleo do Brasil. Já estão falando isso aqui. Já está a revista fora aqui. Não, porque Estados Unidos celebram o acordo pilhagem. Está vendo? Se o Flávio ganhar, o Trump vai roubar o petróleo do Brasil todo também. Está aqui Brasil 247. Não, que não sei o que lá, que fizeram um acordo, não sei o que. E, enfim, vão tentar usar isso aqui. Já tem gente argumentando esse tipo de coisa. Tem que votar no Lula. Soberania para o petróleo ficar com o Brasil. Olha só, não é nada disso, tá? Primeira coisa, vamos lembrar que votar no Lula implica no Lula brigar com o Trump. E foi exatamente brigando com o Trump que o Maduro perdeu os campos de petróleo lá na Venezuela, né? Em segundo, ele não perdeu os campos, tá? Foi um negócio que ele fez que é muito bom para a Venezuela no final das contas. Isso vai ajudar muito a Venezuela. Como eu falei para vocês, o erro da Venezuela foi lá atrás a política do Hugo Chávez de encampar as empresas de petróleo, que ferrou com a Venezuela completamente, porque aí ninguém mais investe.
Transcrição automática do trecho em torno da fala; pode incluir o entrevistador.Há base factual: o acordo se segue à captura de Nicolás Maduro pelas forças dos EUA em janeiro de 2026, com Delcy Rodríguez assumindo como presidente interina. A relação causal ('por brigar com Trump') é interpretação do narrador, mas o fato subjacente da queda de Maduro por ação militar americana confere com o noticiado.
The deal follows the U.S. military capture of then-Venezuelan President Nicolás Maduro in January 2026.
Venezuelan interim President Delcy Rodriguez said...
que brigou com o Trump, que arrumou confusão com o Trump, não sei o que lá. O Trump foi lá e tomou. Eu sou Peter Turguniev, esse é o canal Ancapsu. Eu estou gravando esse vídeo no dia 29 de agosto de 2026, às 11 horas da noite. Essa notícia foi sugerida por Sol Bayern de Munique, Nippon Ancap e várias outras pessoas. Obrigado aí o pessoal que sugeriu notícias lá no nosso site, no visiolibertaria.com. E obrigado a você que está assistindo o nosso vídeo. Se você gosta do nosso conteúdo, por favor, deixe o seu like e se inscreva aqui no canal. Então está aqui. O Trump anunciou que fez um acordo com a Venezuela e vai tomar controle de 65 bilhões de barris de petróleo. Então uma grande parte da reserva da Venezuela, as reservas da Venezuela são de 300 bilhões de barris de petróleo. É a maior reserva do mundo. Eu já expliquei para vocês que não é tanto petróleo assim, porque tem muito petróleo ali que é tão pesado, mas tão pesado que é impossível de ser explorado. Mas ainda assim são reservas muito grandes. E esse acordo que eles fizeram foi justamente para campos novos. Então campos que hoje a Venezuela não explora.
Transcrição automática do trecho em torno da fala; pode incluir o entrevistador.As reservas provadas da Venezuela são de aproximadamente 303 bilhões de barris, as maiores de qualquer país. O narrador acerta também ao dizer que boa parte é petróleo pesado de difícil extração: cerca de dois terços é óleo extrapesado da Faixa do Orinoco, mais caro de produzir.
Venezuela's proven reserves stood at approximately 303 billion barrels as of year-end 2024, the largest of any country on Earth.
Roughly two-thirds of this total consists of extra-heavy crude oil concentrated in the Orinoco Belt, a resource that is far more difficult and expensive to extract.
É o problema, cara. Toda vez que o pessoal vem com esse papo de o petróleo é nosso, não, vamos proibir, vamos tomar, vamos nacionalizar as empresas, não sei o que lá. A mesma coisa aconteceu na Bolívia também. A Bolívia se ferrou. Invadiram as refinarias da Petrobras que tinha lá de gás lá na Bolívia. Lembra que o Lula deu para a Bolívia as refinarias da Petrobras, os campos de exploração de gás da Petrobras na Bolívia? Olha só, o Lula deu depois, vendeu baratinho para o Evo Morales. Porque lembra, não é assim que funciona a compra. Se o Evo Morales quisesse comprar a refinaria da Petrobras, ele teria que conversar com a Petrobras, sentar, negociar e coisa e tal. Não foi assim que aconteceu. O Evo Morales mandou as tropas da Bolívia invadir as refinarias da Venezuela, do Brasil, que tinha lá na Bolívia, e tomou conta. Aí depois não, depois a gente aceitou pagar uma indenização. Isso aí não é comprar. Comprar não funciona assim não. Comprar, você discute antes o preço e compra de livre e espontânea vontade. Quando você toma alguma coisa e depois fala,
Transcrição automática do trecho em torno da fala; pode incluir o entrevistador.Em 1º de maio de 2006 Morales nacionalizou o gás boliviano e enviou tropas a dezenas de campos, indo pessoalmente ao campo San Alberto operado pela Petrobras. O núcleo do relato confere; o alvo imediato foram os campos de gás e a exigência de maioria da receita, não exatamente 'refinarias' (as refinarias da Petrobras na Bolívia foram vendidas sob pressão em 2007).
Troops were sent in to take control of at least 56 fields, and Morales showed up at the large San Alberto field... operated by Petrobras.
President Evo Morales nationalized the country's natural gas industry on May 1, 2006.
Não deu por causa do petrodólar, né, meu amigo? Aquela ali foi acordo dos Estados Unidos com a Arábia Saudita. Todo mundo sabe disso hoje, né? Na época, muita gente achou um absurdo mesmo as companhias americanas terem sido nacionalizadas pelo governo da Arábia Saudita e coisa e tal. Mas na época o governo americano estava por trás disso, né? Foi um acordo que eles fizeram ali. E nem teria como ser de outra forma. Para para pensar. A Arábia Saudita hoje é um país muito rico. Naquela época, bicho, era uma cambada de nômade ali, coisa muito pobre, não tinha dinheiro nenhum ali. Os Estados Unidos chegavam lá, botavam três tanques Abrams lá e tomavam o país inteiro. Não tinha nem defesa para aquilo ali, né? Então, ou seja, a nacionalização na Arábia Saudita, que aconteceu na década de 70, que foram as crises do petróleo, aconteceram porque os Estados Unidos topou. Foi uma negociação. Olha, vai lá, finge que você tomou minhas refinaria, que está tudo certo, que a gente acerta tudo depois, né? Tem um vídeo muito bacana que eu falo sobre a questão do petrodólar. Esse vídeo aqui, por que os Estados Unidos estão saindo do Oriente Médio, tá?
Transcrição automática do trecho em torno da fala; pode incluir o entrevistador.O governo saudita comprou 25% da Aramco em 1973, elevou para 60% em 1974 e chegou a 100% em 1980, num processo gradual e negociado com as petroleiras americanas, chamado de 'participação' e não de confisco, o que preservou boas relações com os EUA. Isso sustenta a leitura do narrador de que foi acordo, e não tomada unilateral.
In 1973, the Saudi government bought a 25% interest in Aramco, increasing that interest to 60% the following year. In 1980, the Saudi government increased its interest in Aramco to 100%.
Saudi Arabia negotiated the purchase of shares from the US owners in a gradual process... the process was called 'participation' rather than 'nationalization.'
Olha, vai lá, finge que você tomou minhas refinaria, que está tudo certo, que a gente acerta tudo depois, né? Tem um vídeo muito bacana que eu falo sobre a questão do petrodólar. Esse vídeo aqui, por que os Estados Unidos estão saindo do Oriente Médio, tá? É um vídeo já antigo, de cinco anos, tá? Mas eu explico toda essa história do petrodólar, como é que surgiu e coisa e tal. Vou deixar o link aqui na descrição desse vídeo, caso você tenha curiosidade, né? Bom, mas o que aconteceu de ontem para hoje, né? Está aqui, o Trump publicou isso daqui na rede social dele. Na verdade, foi de anteontem para ontem, né? Os Estados Unidos da América acabaram de entrar num acordo com o país da Venezuela, o melhor acordo do mundo na história. Sob a minha direção, o Marco Rubio e o secretário de guerra, o Pete Regset, trabalhando junto, com respeito, com a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodrigues, e através da parceria de negócios privados, garantimos para os Estados Unidos o controle sobre mais de 65 bilhões de barris de reservas provadas na Venezuela, sem nenhum custo para o pagador de impostos americanos, tá?
Transcrição automática do trecho em torno da fala; pode incluir o entrevistador.A leitura do post de Trump confere com o noticiado: o acordo foi negociado pelo secretário de Estado Marco Rubio, pelo secretário de Defesa Pete Hegseth e pela presidente encarregada da Venezuela, Delcy Rodríguez, e Trump afirmou que se dá 'sem custo' ao contribuinte por ser investimento de empresas privadas.
Trump said the agreement was negotiated by Secretary of State Marco Rubio, Defense Secretary Pete Hegseth and Venezuela's acting President Delcy Rodríguez.
Delcy Rodríguez, presidenta encargada de Venezuela, confirmó el logro de un acuerdo petrolero 'histórico' con Estados Unidos.
de reservas provadas na Venezuela, sem nenhum custo para o pagador de impostos americanos, tá? O que ele quis dizer com isso aqui? Que, na verdade, não é o governo americano. São as empresas americanas que vão investir na Venezuela. Então, o pagador de imposto americano não vai pagar nada. Essas empresas vão pagar... É como se fosse uma privatização, um leilão de poços que a ANP faz de tempos em tempos aqui. A Venezuela meio que loteou esses campos que estão lá na Venezuela, que eles não têm dinheiro para explorar de qualquer forma, e vendeu essa concessão para os Estados Unidos, para as empresas americanas. Vai ter dinheiro do pagador de impostos? Não, não vai ter, porque vai ser a empresa americana que vai pagar. Essa transação histórica mais do que dobra as reservas americanas. É, não é bem assim, porque essas reservas não são americanas, são venezuelanas, né? Quando você tem o direito de exploração das reservas, elas continuam sendo do país em onde elas estão. Você só tem o direito de explorar aquelas reservas. Mas por que o Trump está falando desse jeito? O Trump está falando desse jeito porque ele tem uma eleição esse ano para ganhar.
Transcrição automática do trecho em torno da fala; pode incluir o entrevistador.As reservas provadas dos EUA eram de cerca de 46 bilhões de barris ao fim de 2023, então somar 65 bilhões dobraria o número no papel. Mas esses barris continuam sendo reservas venezuelanas sob arrendamento e joint venture, não passam a ser reservas dos EUA. O próprio narrador corrige a fala de Trump nesse ponto.
U.S. crude oil and lease condensate proved reserves decreased 3.9 percent year over year from 2022, from 48.3 billion barrels to 46.4 billion barrels.
Rodriguez said the energy agreement... would preserve the country's sovereignty over its natural resources.
Do jeito que o Trump falou, ele falou para agradar o público americano, só que isso bateu no ouvido do pessoal da Venezuela. Porra, que negócio é esse? Então, entregaram o petróleo inteiro aqui, né? E o pessoal reclamando aqui, não sei o que lá. Bom, aí o pessoal está colocando aqui quais foram os fatores reais. Tem gente da Venezuela reclamando pra caramba. E muita gente da América Latina como um todo reclamando. E está o pessoal aqui no Brasil aproveitando. A esquerda aqui no Brasil. Não porque está vendo? O Trump roubou o petróleo da Venezuela. Não, não é nada disso. A forma que o Trump falou, ele falou uma besteira, porque ele queria agradar o público americano. Mas, na verdade, foi um acordo de concessão para ele explorar o petróleo na Venezuela. O que é um acordo ótimo para a Venezuela. A Venezuela precisa disso. Ela precisa de dinheiro. Ela precisa que alguém explore para ela ganhar dinheiro com isso. Ela vai ganhar os royalties lá em cima desse petróleo, né? Aqui, ó. O acordo vai permitir um aumento significativo na produção de óleo com a participação de operadores privados. Então, as empresas americanas que vão fazer isso lá na Venezuela. Serão desenvolvidos 17 campos estratégicos
Transcrição automática do trecho em torno da fala; pode incluir o entrevistador.Avaliação de valor do apresentador. Há elementos favoráveis reportados (investimento privado, receita fiscal projetada), mas analistas ressalvam que a infraestrutura sucateada da Venezuela levará anos e bilhões para se recuperar, e que o ganho de produção não vem no curto prazo, o que relativiza o 'ótimo' apresentado como certeza.
experts have repeatedly warned that Venezuela's dilapidated oil infrastructure will take years and billions of dollars to repair.
E está o pessoal aqui no Brasil aproveitando. A esquerda aqui no Brasil. Não porque está vendo? O Trump roubou o petróleo da Venezuela. Não, não é nada disso. A forma que o Trump falou, ele falou uma besteira, porque ele queria agradar o público americano. Mas, na verdade, foi um acordo de concessão para ele explorar o petróleo na Venezuela. O que é um acordo ótimo para a Venezuela. A Venezuela precisa disso. Ela precisa de dinheiro. Ela precisa que alguém explore para ela ganhar dinheiro com isso. Ela vai ganhar os royalties lá em cima desse petróleo, né? Aqui, ó. O acordo vai permitir um aumento significativo na produção de óleo com a participação de operadores privados. Então, as empresas americanas que vão fazer isso lá na Venezuela. Serão desenvolvidos 17 campos estratégicos que já têm um potencial de 65 bilhões de barris de petróleo lá na Venezuela. Um investimento de mais de 100 bilhões de dólares será feito. A Venezuela diz que isso vai produzir mais de 209 bilhões em impostos para o Estado venezuelano. Ou seja, para a Venezuela é ótimo isso aqui. Não foi um roubo do petróleo.
Transcrição automática do trecho em torno da fala; pode incluir o entrevistador.Os números batem com o divulgado pelo governo venezuelano e pela imprensa: desenvolvimento de 17 campos estratégicos com potencial de 65 bilhões de barris, cerca de US$ 100 bilhões em investimento privado e projeção de mais de US$ 209 bilhões em receita fiscal para Caracas (cifra apresentada por várias fontes como anual, dependente do preço do petróleo).
abarca el desarrollo de 17 campos estratégicos con un potencial comprobado de 65.000 millones de barriles... una inversión estimada en más de 100.000 millones de dólares y aportes fiscales proyectados en 209.000 millones de dólares.
$19 from every barrel of oil produced and sold to the US will flow to Caracas, an arrangement that could be worth $209bn per year to Venezuela.
Então, se já ficou esse negócio de... O jeito como o Trump falou. O pessoal está explorando, né? Realmente. Mas, no final das contas, não é ruim para a Venezuela esse acordo, não. Aqui, a Venezuela anuncia um acordo histórico com os Estados Unidos de investimento, não sei o que lá, com o Marco Rubio e o Trump. E mais de 65 milhões de barris de petróleo. Investimento de mais de 100 bilhões de dólares. Mais de 209 bilhões de taxas de impostos, né? Que o Estado da Venezuela vai arrecadar e não sei o que lá. Então, ou seja, é um acordo bom para os dois lados, tá? Não tem nada de errado nisso aqui, não. E, aqui, ó. A Delci Rodrigues vai dar a companhias privadas o acesso de 100 anos aos campos de petróleo da Venezuela. É um acordo de licença para a exploração do petróleo. Isso envolve 65 bilhões de barris de petróleo. Tem um total de 17... Aqui está falando poços de petróleo. Mas eu acho que são 17 campos de petróleo. É diferente. Um campo de petróleo é uma área grande e você faz vários poços para explorar aquilo ali.
Transcrição automática do trecho em torno da fala; pode incluir o entrevistador.As reportagens confirmam que a presidente interina concedeu direitos de 100 anos sobre os 17 campos ao operador privado North American Blue Energy Partners. A própria Venezuela, porém, apresentou o acordo publicamente como tendo vigência de 25 anos e meta de 1,5 milhão de barris/dia, então há duas molduras temporais em circulação (arrendamento de 100 anos vs. acordo de 25 anos).
Venezuela's acting President is providing '100-year rights over 17 oil fields with proven reserves of 65 billion barrels.'
Delcy Rodriguez said... an energy agreement with the U.S. would remain in force for 25 years.
E, aqui, ó. A Delci Rodrigues vai dar a companhias privadas o acesso de 100 anos aos campos de petróleo da Venezuela. É um acordo de licença para a exploração do petróleo. Isso envolve 65 bilhões de barris de petróleo. Tem um total de 17... Aqui está falando poços de petróleo. Mas eu acho que são 17 campos de petróleo. É diferente. Um campo de petróleo é uma área grande e você faz vários poços para explorar aquilo ali. Mas, enfim, não sei. Mais de 20% do total das reservas venezuelanas, tá? O projeto... Os donos do projeto serão empresas... Serão o Estado americano e operadores privados, tá? E os Estados Unidos terão 25% das ações dessas empresas, né? Isso representa a maior... A segunda maior holding do mundo de reservas para... Depois da Saudi Aramco, né? Que é justamente a companhia lá da Arábia Saudita, né? E aí, ou seja, é lógico que a esquerda está fazendo a festa, né?
Transcrição automática do trecho em torno da fala; pode incluir o entrevistador.A participação americana divulgada é maior. Segundo detalhamento da Casa Branca, o Office of Strategic Capital do Pentágono recebe 35% de participação acionária e os EUA garantem o direito de comprar 20% da produção a preço de custo, o que fontes descrevem como uma fatia total de 55% na joint venture. Os 25% citados no vídeo subestimam a participação reportada.
The Pentagon's Office of Strategic Capital receives a 35 percent ownership stake in the company... the US has guaranteed rights to buy 20 percent of the output at cost.
The U.S. will have a 55% share in a joint venture with a private Venezuelan company, which will be split between equity ownership and production.
A segunda maior holding do mundo de reservas para... Depois da Saudi Aramco, né? Que é justamente a companhia lá da Arábia Saudita, né? E aí, ou seja, é lógico que a esquerda está fazendo a festa, né? Tá vendo? O Trump está roubando o dinheiro da Venezuela, está roubando o petróleo... Não, cara, isso aqui é bom para... O Trump está explorando o petróleo da Venezuela. A Venezuela não tem como explorar, não tem dinheiro para explorar. Ninguém quer explorar o petróleo da Venezuela pelo risco de roubarem a coisa. Só que o Trump agora já tem o controle militar ali. Ele vai falar, não, não vão tirar a gente, não. Agora vai ser a gente. A gente vai controlar isso para não ter nacionalização de coisas, né? Aqui, ó. Eles colocam que a Venezuela vai sair do OPEC. Ela vai sair do OPEC, o que é uma coisa positiva, porque a OPEC, de novo, é um cartel cujo objetivo é aumentar o preço do petróleo. E a Venezuela deve sair disso. E mais os Estados Unidos, que já é um grande produtor agora. Isso pode forçar o preço do petróleo para cair, né? Então, é uma boa medida isso. No futuro vai dar uma coisa muito positiva, tá?
Transcrição automática do trecho em torno da fala; pode incluir o entrevistador.A saída da OPEP não foi confirmada. O detalhamento oficial do acordo divulgado pela Casa Branca não menciona mudança na filiação venezuelana; há apenas relatos de que a Venezuela, membro fundador da OPEP, estaria considerando uma eventual retirada. Segue como cenário em aberto, não fato consumado.
The article does not mention Venezuela leaving OPEC or any changes to its OPEC status.
it may also pressure OPEC, as Venezuela — a founding member — is reportedly considering withdrawal.
O Brasil tem parque de refino relevante, mas exporta a maior parte do petróleo que produz. O país importa cerca de 10% da gasolina e até 25% do diesel que consome, resultado da insuficiência das refinarias e da incompatibilidade delas com o óleo extraído do pré-sal. A comparação com as terras raras não se sustenta: no caso das terras raras, não existe nenhuma planta de separação no país.
O Brasil exporta parcela majoritária do óleo produzido e importa cerca de 10% da gasolina e até 25% do diesel que consome, por insuficiência e incompatibilidade do parque de refino.
PETRÓLEO NUNCA FOI NOSSO.
Aí vai para fora e metem a grana no bolso na exportação do petróleo bruto e na compra de combustível refinado pronto para uso.
Até parece que o Brasil tem essa bola toda com o petróleo pois, não é nem auto sustentável com esse produto
O petróleo é a maldição de muitos países
Não somos beneficiados em nada em relação ao petróleo
agora petroleo de exploraçao e exclusivo da petrobras existe algumas parcerias para exploraçao de petroleo contudo a petrobras e majoritaria na exploraçao com a empresa estrangeira.
De que adianta produzir petroleo e ter a gosolina umas das mas caras do mundo.
O FATO É QUANDO SE NACIOALIZA UM CAMPO DE PETRÓLEO E CONTINUA OS INVESTIMENTO O PETRÓLEO NÃO PARA , O PROBLEMA É QUANDO QUEM NACIONALIZOU QUER O PETRÓLEO SEM INVESTIR.
É como eu disse , a Venezuela não vai saber o que fazer com tanto petróleo , vão deixar o petróleo adormecido mais uns 10 mil anos ‼️
USA Vai levar o Petróleo ️ Ou a China Vai levar tudo
O que a venezuela tem é extraçao de petroleo bruto.
Até o petróleo pesado dá pra refinar...se tiver muito investimento em refinaria adequada....e não roubarem ao ponto de não terminarem (como num certo estado bostileiro).
Há tempos o Brasil já importa diesel e derivados plásticos.
Petróleo cara para China.
Investimento, emprego e arrecadação dependem de contrapartidas concretas, como cota de beneficiamento local, metas de processamento e prazos definidos. Nenhum dos comentários analisados especifica esses pontos. Trata-se de um argumento, não de uma afirmação verificável do jeito que foi apresentada.
empresas americanas gerando emprego e dinheiro pro povo venezuelano.
Na realidade é investimento, se houver ganhos para o Brasil, não vejo problemas.
Brasil deveria ter no minino 10 refinaría para ter o impostor menor e fazer uma reforma politica e judicial minha opinión
se for verdade daqui 5 anos vai ter centenas de milhares de brasileiro fugindo para VENEZUELA em busca de emprego
A taxa de sucesso em exploração greenfield fica entre 0,5% e 1%. Para ouro, estima-se que cerca de 1 em 1.000 alvos chegue a mina em produção. O "1 em 100" citado nos comentários subestima a dificuldade, e a comparação usada é conservadora frente aos dados reais do setor.
A taxa de sucesso em exploração greenfield fica entre 0,5% e 1%, subindo a cerca de 5% em brownfield. Para ouro, estima-se que cerca de 1 em 1.000 alvos chegue a mina em produção comercial.
O que for que tenha sido acordado, qualquer resultado desse acordo necessitara de muitos bilhões de dólares e muito tempo para dar resultados.
O uso militar das terras raras é real e está documentado, e o Departamento de Guerra americano de fato entrou na estrutura financeira do setor. Mas o salto daí para uma agressão futura contra o Brasil não se apoia em nenhum fato verificável. Nenhum comentário que faz a afirmação apresenta essa prova.
Da Venezuela ele tomou mesmo e pronto de fato os EUA tomaram e de fato vam agir asim quem tem mas dinhero manda o mundo ta asim dinhero manda os EUA estao fora iso pirateando agindo no modo pirata e dane-se todos esa e a verdade iran lider iatola Japão bomba no clear Irak caos total Ucrania suborno pra destruir o pais E agora Venezuela e brasil principal alvo
Ímãs permanentes de neodímio-ferro-boro e de samário-cobalto são usados em sistemas de guerra eletrônica, radares de designação de alvo e motores elétricos que acionam superfícies de controle de aeronaves, segundo material do U.S. Army. Essa aplicação militar explica a presença do Departamento de Guerra na estrutura do negócio.
Terras raras são empregadas em sistemas de guerra eletrônica, radares de designação de alvo e motores elétricos de superfícies de controle.
Isso dá uma munição enorme para o anti americaninsmo ...
A Constituição não exige capital nacional para exploração mineral no Brasil. O artigo 176, parágrafo 1º, com redação dada pela Emenda 6 de 1995, permite pesquisa e lavra por brasileiros ou por empresa constituída sob as leis brasileiras, desde que tenha sede e administração no país. A mesma emenda revogou o artigo 171, que fazia a distinção entre empresa brasileira e empresa brasileira de capital nacional.
Art. 176, §1º (redação da EC 6/1995): a pesquisa e a lavra só podem ser efetuadas mediante autorização ou concessão da União, no interesse nacional, por brasileiros ou empresa constituída sob as leis brasileiras e que tenha sua sede e administração no País.
Deu nova redação ao art. 176, §1º, e revogou o art. 171, extinguindo a distinção de "empresa brasileira de capital nacional" para a atividade minerária.
rpa isso ocorrer tem que mudar a constituiçao.
A Serra Verde é uma sociedade privada, e o que mudou de mãos foi o controle acionário dela. A operação envolveu US$ 300 milhões em dinheiro mais 126,849 milhões de ações novas da USA Rare Earth, num equity value de cerca de US$ 2,8 bilhões. Nem o governo federal nem o de Goiás são parte da transação, e nenhum dos dois recebe esse valor. Quem recebe são os acionistas anteriores da empresa.
Contraprestação de US$ 300 milhões em dinheiro mais 126,849 milhões de ações novas, implicando equity value de ~US$ 2,8 bilhões para a Serra Verde.
SEMPRE nas mãos de empresas privadas será melhor.