Reflete as afirmações analisadas, escolhidas por relevância; não é uma amostra do total do que o criador fala. Como calculamos.
Além das afirmações uma a uma, como o vídeo monta o argumento e o que deixa de fora. Análise editorial da moldura; qualifica o argumento, não a pessoa. Entenda as técnicas →
O vídeo leva a concluirConstruir e manter patrimônio é menos uma questão de técnica e mais de caráter e comportamento (humildade, controle do ego e disciplina para não perder), e a trajetória do Grupo Primo, que transformou audiência em um negócio de bilhões, prova que quem segue esse caminho enriquece.
É o comportamento que ganha do conhecimento... Então, para mim, o segredo é o comportamento, cara. Em todas as áreas, assim.
O 'segredo' apresentado como revelação é a tese central de best-sellers que os próprios convidados citam no episódio: Perini diz ter lido 'Pai Rico, Pai Pobre' (Kiyosaki, 1997), e 'gastar menos do que se ganha' e 'pague-se primeiro' são o núcleo de 'O Homem Mais Rico da Babilônia' (Clason, 1926); a primazia do comportamento sobre o conhecimento já fora formalizada pela economia comportamental (o Sistema 1/Sistema 2 de Kahneman, invocado no próprio vídeo). O título 'o que ninguém ensina' é contradito pela lista de leitura que o vídeo exibe.
Publicado em 1926, o livro reúne conselhos financeiros como 'pague-se primeiro' (guardar ao menos 10% da renda) e viver dentro dos próprios meios, gastando menos do que se ganha.
a gente até apresentou isso um dia no Fin Day, matematicamente, 10 anos depois, a cada 10 pessoas que têm um milhão de reais, quantas vocês acham que continuam com um milhão? ... 15% das pessoas continuam milionárias.
A única base conhecida sobre dissipação de riqueza, o estudo de 20 anos do Williams Group com 3.200 famílias, mede perda ENTRE GERAÇÕES (70% na 2ª, 90% na 3ª) e a atribui a falha de comunicação e herdeiros despreparados, não ao mesmo indivíduo perdendo o milhão em 10 anos. Além disso, com a Selic a 15% ao ano (ponto levantado no próprio episódio: 'em 5 anos o dinheiro dobra'), R$ 1 milhão investido cresceria em vez de sumir para 85% das pessoas. Não há fonte pública para o recorte 'só 15% seguem milionários em 10 anos'.
Estudo de 20 anos do Williams Group com 3.200 famílias: 70% perdem a riqueza na segunda geração e 90% na terceira, sobretudo por falha de comunicação (60%) e herdeiros despreparados (25%).
a maior cagada que as pessoas fazem quando ganham dinheiro é que algumas funções vitais começam a deixar de funcionar. A primeira delas é a audição.
Atribuir a perda da riqueza a defeitos de caráter (parar de ouvir, ego, memória) omite o fator estrutural documentado. O estudo de Hankins, Hoekstra e Skiba (Review of Economics and Statistics, 2011), que acompanhou cerca de 35 mil ganhadores da loteria da Flórida, achou que os grandes ganhadores eram 50% MAIS propensos a pedir falência 3 a 5 anos depois, por risco/consumo e falta de conhecimento para gerir dinheiro, não por soberba. Dentro do próprio vídeo, a perda de US$ 5 milhões de Perini na queda da ação da Vtex (de US$ 33 para US$ 3) foi um ciclo de mercado, não uma falha de 'audição'.
Ganhadores de prêmios maiores foram 50% mais propensos a pedir falência 3 a 5 anos após o prêmio; ao falir tinham ativos líquidos e dívida semelhantes aos pequenos ganhadores, indicando falta de gestão e não traço de personalidade.
a gente tem um modelo de negócio onde a gente cria conteúdo e controla a audiência... a gente tem 40 milhões de pessoas que nos acompanham. A gente vende educação para essas pessoas... e para muitas das pessoas o passo natural é investir esse capital.
A fórmula 'audiência vira negócio de bilhões' é oferecida ao empresário genérico sem os insumos de partida que a semearam e que ele não tem: capital prévio de vendas de empresa (Nigro vendeu o primeiro negócio por ~R$ 3 mi aos 26/27 anos, Perini já vivia de renda ao mudar para São Paulo), audiência e mentoria já prontas (Nigro tinha ~200 mil inscritos e apadrinhou Perini), e acesso institucional privilegiado à distribuição da XP, onde Nigro 'fazia parte do grupo de controle' e tocava o braço de influenciadores no IPO de dezembro de 2019, recrutando dali o ex-XP Fernando como CEO. Os próprios convidados admitem antes o viés de sobrevivência ('você é inexplorado no mercado livre porque o nicho é ruim... alguém tentou e você não viu porque ficou pequeno') e a sorte ('eu sou sortudo pra caramba').
XP Inc. precificou seu IPO a US$ 27,00 por ação, com as ações começando a ser negociadas na Nasdaq em 11 de dezembro de 2019 — período em que, segundo relata no vídeo, Nigro integrava o grupo de controle da corretora.
todo ser humano nasce escravo... todo ser humano que não atinge a liberdade financeira é refém da própria vida.
A moldura converte um espectro (mais ou menos segurança financeira) em um interruptor existencial de escravo contra livre. Kahneman e Deaton (PNAS, 2010), com 450 mil respostas do índice Gallup-Healthways, mostraram que o bem-estar emocional cotidiano cresce com a renda apenas até um platô (em torno de US$ 75 mil/ano) e depois satura — ou seja, milhões de pessoas abaixo da 'liberdade financeira' relatam afeto positivo e sentido, o que contraria a leitura de 'refém' abaixo desse patamar.
O bem-estar emocional aumenta com a renda apenas até saturar por volta de US$ 75 mil de renda anual; acima disso, mais renda não reduz o estresse cotidiano nem aumenta o afeto positivo.
Os fatos de negócio conferem: a XP estreou na Nasdaq em dezembro de 2019 com Nigro no grupo de controle, o Grupo Primo foi avaliado em mais de R$ 1 bilhão numa secundária, e TopInvest e Faculdade Hub existem como descritos. A moldura distorce ao vender conselho centenário e universalmente ensinado (gastar menos do que ganha, não se alavancar, comportamento acima de técnica) como segredo inédito, e ao validá-lo com uma narrativa de audiência-que-vira-bilhões que omite o capital prévio, a audiência já construída e o acesso interno à distribuição da XP que semearam o negócio de R$ 50 bi sob gestão. O efeito sobre quem assiste é ler como fórmula replicável um resultado cujos insumos decisivos não eram replicáveis, e concluir, a partir de uma estatística sem lastro público, que só o caráter separa quem mantém a riqueza.
Você carregou alguns anos o maior lançamento orgânico do Brasil. É, eu bati uma vez um recorde, depois bati outro recorde. Então, cara, fiz muitos lançamentos. Então, esse segundo momento eu fiz muito dinheiro também. Só que onde eu, de fato, encontrei a liberdade, talvez num outro patamar, foi quando eu juntei essa criação de audiência com um modelo de negócios. Quando a gente conseguiu juntar essas duas coisas, a gente criou um negócio que vale bilhões, que hoje eu e Perinho somos sócios e que participamos deles no começo juntos. Acho que esse foi o próximo grande salto. E talvez tenha se materializado em um dos eventos de liquidez que a gente teve, onde a gente vendeu o nosso negócio, uma parte dele, num valor estudo de 1,2 bilhão de reais, numa secundária, que é uma coisa relativamente complexa. Porque todo mundo fala que o seu negócio vale. Mas será que teve alguém dizendo que vale? Só para a audiência entender, primária é quando a empresa aporta ou o grupo de investidores na empresa o dinheiro. Secundária é quando vai para o bolso dos donos daquelas ações. Então, o que ele está falando é que ele pegou lá 10% do negócio dele, botou 120 milhões de reais.
Transcrição automática do trecho em torno da fala; pode incluir o entrevistador.A XP comprou 17,3% do Grupo Primo por cerca de R$ 197,3 milhões numa operação secundária que avaliou a empresa em R$ 1,138 bilhão, segundo o NeoFeed, em dezembro de 2024. O valor de R$ 1,2 bilhão em secundária citado por Nigro arredonda para cima esse valuation, mas descreve corretamente a natureza da transação, com o dinheiro indo para o bolso dos sócios. A ampliação da participação já estava prevista no acordo firmado com a XP em 2020.
A XP adquiriu 17,3% do Grupo Primo por cerca de R$ 197,3 milhoes, numa venda secundaria que avaliou a empresa em R$ 1,138 bilhao.
A XP adquiriu cerca de 17% do Grupo Primo, empresa de Thiago Nigro.
que vai dar certo o projeto do ano que vem e ela começa a perder o foco e ela começa a fazer uma série de cagadas. Então, existe a questão financeira óbvia do que não se fazer com dinheiro, mas acho que ela é tão simples que nem precisaria ser dita. Acho que os problemas estão nas funções vitais. A gente cresce, esquece de onde saiu, para de ouvir a opinião dos outros, a gente começa a ficar muito egóico e a gente começa a se colocar na fé de todo mundo. E aos poucos, a gente começa a dar os primeiros passos para a nossa queda. Então, o Perini falou que o segundo milhão é mais fácil que o primeiro. Matematicamente, ele é. Mas estatisticamente, uma pessoa que atinge o primeiro milhão, a gente até apresentou isso um dia no Fin Day, matematicamente, 10 anos depois, a cada 10 pessoas que têm um milhão de reais, quantas vocês acham que continuam com um milhão? A matemática aqui é com o Nardom. Não, pense, a cada 100 pessoas, daqui 10 anos, quantas pessoas continuam milionárias? Depende de como ela
Transcrição automática do trecho em torno da fala; pode incluir o entrevistador.A estatística de que só 15% de quem alcança R$ 1 milhão continua milionário dez anos depois é apresentada por Nigro como dado de um evento próprio, o Fin Day, sem fonte independente verificável. Os estudos conhecidos no tema tratam de perda de riqueza entre gerações, e não de indivíduos em dez anos, como o do Williams Group, que aponta cerca de 70% das famílias perdendo o patrimônio na segunda geração e 90% na terceira. Não há base pública que confirme o percentual e o recorte temporal citados.
Estudos sobre transferencia de riqueza apontam que a maior parte das fortunas se dissipa ao longo das geracoes seguintes.
com os interesses financeiros alinhados. E uma dessas pessoas foi o Fernando, que você mencionou, é um cara genial. Eu lembro que até quando eu estava nessa conversa, você falou, foi um presente. Cara, mais ou menos. Foram de dois a três anos pagando almoço para ele no Uruguai, ou para convencer ele. Porque pensa o seguinte, ele de fora, e no nosso momento de mercado, a gente era um negócio perigoso. Era um bando de influenciadores, lançando um monte de plataforma, fazendo lançamento digital, live às cinco horas da manhã. E um cara que veio do mundo corporativo, então ele tinha um pouco desse medo, por mais que ele gostasse muito de a gente. A gente trabalhou junto na XP, a gente fez IPO junto na XP na época. Eu fazia parte do grupo de controle da XP, Fernando também, e foi uma experiência muito legal. Acho que foi em 2019. E aí... Dezembro de 19. Eu lembro disso, porque logo depois que teve a pandemia, eu falei, cara, os miseráveis acertaram o time. O time, exato. Então foi bom, né? E a gente aprendeu muito lá. Prospectei muito, Fernando. Muitos almoços e tal. E consegui convencer o Fernando.
Transcrição automática do trecho em torno da fala; pode incluir o entrevistador.A XP Inc. estreou na Nasdaq em 11 de dezembro de 2019, com preço fixado em US$ 27,00 por ação na véspera, na maior oferta brasileira daquele ano, avaliando a companhia em cerca de US$ 14,9 bilhões. A data lembrada por Nigro, dezembro de 2019, está correta. Ele participou do processo como parte do braço de influenciadores da corretora na época.
XP Inc. announced the pricing of its initial public offering at US$ 27.00 per share, with shares beginning to trade on the Nasdaq on December 11, 2019.
XP priced Brazil's largest IPO of the year, reaching a valuation of US$ 14.9 billion.
São negócios de altíssimo faturamento e alta margem, mas pouco escaláveis. Pouco recorrentes, digamos assim. Então, são negócios de margem, talvez na época de 60% a 70% de margem. E faturamentos bem relevantes. Com o passar do tempo, a gente, nessa cabeça, nessa visão de desenvolver um negócio que tivesse equity, a gente entendeu que tinha uma lacuna no mercado a ser preenchida, que era a lacuna das edtechs na época. Então, começou a se falar num determinado momento sobre edtechs. A gente foi um dos primeiros a pegar isso para a gente. E a gente olhou para fora. Isso eu aprendi a fazer na XP, porque a XP copiou o que tinha lá fora e deu certo. Era a Charlie Schwab. Então, quando você olha para fora, você pega algo que já funcionou, se não foi aplicado, você pode trazer. Tropicaliza e vai. E é isso. E a gente pegou a Masterclass lá fora e a gente criou a Finclass. Então, a gente comprou o domínio. Não sei até se foi em Bitcoin que a gente comprou, você lembra? Não vou lembrar. Foi assim, porque era um domínio super bom, Finclass.com. É uma coisa muito boa.
Transcrição automática do trecho em torno da fala; pode incluir o entrevistador.O modelo da XP foi de fato inspirado na americana Charles Schwab, corretora com plataforma aberta que distribui produtos de terceiros e rede de assessores, referência que Guilherme Benchimol buscou nos Estados Unidos e adaptou ao Brasil. A afirmação de Nigro procede, com o reparo de que o nome correto é Charles Schwab, e não Charlie. A tese do shopping financeiro de investimentos ganhou força na XP a partir de 2011.
A Charles Schwab, corretora americana que inspirou a XP, tinha um modelo de plataforma aberta para produtos financeiros proprios e de concorrentes.
Inspirado no modelo da Charles Schwab, Benchimol decidiu criar uma empresa de investimentos com ampla gama de produtos.
E com tecnologia, um grau de produção melhor até que os nossos cursos. Então, era um nível cinematográfico, Netflix e tal. A gente chegou a quase 200 mil assinantes, um negócio recorrente. e aí a gente descobriu que quem cria o produto ou serviço não é o empreendedor. Isso é um grande aprendizado do nosso negócio. Quem cria o produto ou serviço é o cliente. E a gente tinha audiência, então a gente sempre questionava eles o que a gente deveria produzir agora. E perguntando, o que vocês querem agora? Cara, eu quero trabalhar no mercado financeiro. Então, eu não quero só aprender a investir, eu quero aprender a trabalhar no mercado financeiro. E aí, dentro disso, a gente comprou uma empresa que hoje forma 60% do mercado financeiro. Como que chama? Top Invest. Então, poucas pessoas sabem, mas assim, quando alguém vai ser um gerente de banco, um agente autônomo de investimentos ou qualquer coisa, você tem que ter uma certificação. E essa empresa, ela prepara para a certificação 60% das pessoas que são aprovadas no mercado. E aí, a gente começou a entender que caramba, agora a gente tem acesso
Transcrição automática do trecho em torno da fala; pode incluir o entrevistador.A TopInvest, adquirida pelo Grupo Primo em 2022, prepara cerca de 60% dos aprovados em certificações do mercado financeiro, segundo levantamento da própria empresa sobre dados da Anbima, com 58% dos aprovados na CPA-10 e 60% na CPA-20 no primeiro semestre de 2021. O percentual citado por Nigro está alinhado a esse dado. Vale a ressalva de que se trata de estimativa da própria companhia, e não de número oficial da Anbima.
A TopInvest e responsavel por cerca de 60% das certificacoes do mercado financeiro, como CPA-10, CPA-20 e CEA da Anbima.
Levantamento da TopInvest sobre dados da Anbima apontou 58% dos aprovados na CPA-10 e 60% na CPA-20 no primeiro semestre de 2021 como alunos da empresa.
a trabalhar no mercado financeiro. E aí, dentro disso, a gente comprou uma empresa que hoje forma 60% do mercado financeiro. Como que chama? Top Invest. Então, poucas pessoas sabem, mas assim, quando alguém vai ser um gerente de banco, um agente autônomo de investimentos ou qualquer coisa, você tem que ter uma certificação. E essa empresa, ela prepara para a certificação 60% das pessoas que são aprovadas no mercado. E aí, a gente começou a entender que caramba, agora a gente tem acesso também aos profissionais do mercado. E as pessoas começaram a querer, então, agora, diploma. Então, a gente comprou uma faculdade na época. E aí, a gente fez uma associação, lançou um curso de pós-graduação com o Paulo Guedes, a gente lançou um curso de pós-graduação com o Luiz Barsi, um com o Flávio Augusto, um com o Washington Oliveto. Então, a gente foi usando do nosso poder de audiência, nossa faculdade e foi criando pós-graduações. E aí, no meio disso, a gente foi lançando uma série de plataformas educacionais. E muitas delas que a gente lançou, perante a cantar da bola, que a gente errou.
Transcrição automática do trecho em torno da fala; pode incluir o entrevistador.A Faculdade Hub, instituição de ensino superior do Grupo Primo, oferece pós-graduações e MBAs assinados por Paulo Guedes, Luiz Barsi, Flávio Augusto e Washington Olivetto, parcerias fechadas a partir de 2022. Os quatro nomes citados por Nigro conferem. O MBA em Macroeconomia e Portfolio Management, por exemplo, é conduzido pelo ex-ministro da Economia Paulo Guedes.
Entre os professores e parceiros da Faculdade Hub estao Paulo Guedes, Luiz Barsi, Flavio Augusto e Washington Olivetto.
MBA em Macroeconomia e Portfolio Management com Paulo Guedes.
diploma. Então, a gente comprou uma faculdade na época. E aí, a gente fez uma associação, lançou um curso de pós-graduação com o Paulo Guedes, a gente lançou um curso de pós-graduação com o Luiz Barsi, um com o Flávio Augusto, um com o Washington Oliveto. Então, a gente foi usando do nosso poder de audiência, nossa faculdade e foi criando pós-graduações. E aí, no meio disso, a gente foi lançando uma série de plataformas educacionais. E muitas delas que a gente lançou, perante a cantar da bola, que a gente errou. Por quê? Porque eram maus negócios? Não. Porque a gente descobriu que o nosso core é finanças e a gente não deveria sair disso. Então, a gente lançou uma plataforma de marketing, que era Stage, que a gente vendeu mais para frente para V4. A gente lançou a Start, que é uma plataforma de tecnologia. E a gente decidiu se desfazer de tudo e ficar só em finanças. Então, o nosso obra de educação ficou muito relevante. então, talvez esse ano a gente vai fazer o quê? Uns quase 300 milhões de educação? É, o projetado é isso. Uns 300 milhões de educação, talvez. Só que o passar do tempo,
Transcrição automática do trecho em torno da fala; pode incluir o entrevistador.O Grupo Primo vendeu a plataforma de educação em marketing Staage para a V4 Company, negócio anunciado em abril de 2024 que marcou a primeira aquisição da V4. A afirmação de Nigro procede, com o reparo do nome, que é Staage, e não Stage. A plataforma faturava mais de R$ 11 milhões por ano na época da venda.
A V4 Company adquiriu a plataforma Staage, do Grupo Primo, em sua primeira aquisicao.
A Staage, plataforma de educacao em marketing do Grupo Primo, foi vendida para a V4 Company.